Os cactos xique-xique abundam e em algumas passagens é preciso algum cuidado. Também há muitas canelas de ema, bromélias e muitas outras plantas de que não sei o nome. As orquídeas já não estavam em flor, mas vimo-las no paredão da Cachoeira das Orquídeas e pode-se imaginar…
O rio espalha-se em algumas zonas, depois entra e sai da terra, fazendo cachoeiras e lagoas. A última, o nosso destino, era espectacular: o Buracão. Desce-se até uma garganta muito estreita (10 m?) de arenitos estratificados que fazem um listado de relevos horizontais. Vê-se correr a água, funda, preta, mas polvilhada â superfície por farrapos brancos de espuma que se adivinham vindos da cachoeira. E nada-se, uns 80 m (colete é obrigatório), entrando no desfiladeiro, subindo a corrente, virando â esquerda para descobrir a lagoa e o rio a cair na vertical.


Foi a caminho do trilho do Espalhado com destino ao Buracão que tivemos a que podia ter sido a triste aventura do "Trovão Azul, sem travões nem embraiagem, a subir em piso de lama. Mas pelos vistos as coisas estão bem mais controladas pois na altura da nossa visita a descida era por um arremedo de escada de pau e ninguém falou em coletes, quanto mais no seu uso!
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