Hoje, proibido o garimpo em 1994, é o turismo que traz batalhões de visitantes e fez nascer múltiplas agências de ecoturismo, lojas de arte-artesanato, pousadas. Bem preservada, casas coloniais e fiadas de fachadas coloridas, ruas calcetadas em declive, o rio Lençóis a atravessar escorrendo sobre as pedras. As águas cantam nas cachoeirinhas e a Pousada ao seu lado é uma delícia (tinhas razão Pedro!).
À tarde, tudo está fechado e a cidade arrasta-se sonolenta. Sentada num pequeno largo, vejo passar o tempo, um cão a dormir, miúdos a brincar, duas mininas a cutucar dois molequinhos que correm nas pernas curtas com pedras na mão, mas é só ameaça e os risos são muitos. À noite anima, tanto com os locais a tomar um chope e a comer acarajés, como com turistas variados, certinhos ou alternativos, brasileiros ou europeus.
Está-se bem, a noite é quente.

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