O destino era o Poço Azul, uma gruta funda onde o lençol freático faz uma lagoa. Aqui foram achados ossos de um passado distante, de preguiças e tatus gigantes. Uma abertura na rocha deixa passar os raios de sol durante algumas horas e a água fica azul, estranhamente transparente, deixando ver nítido o fundo distante.
Pode-se nadar, mas a visita é estritamente controlada - número de pessoas, tempo limite, duche prévio, nenhuns objectos, colete e óculos – o que torna a actividade demasiado amestrada.
Acrescia como envolvente uma excursão de uma escola secundária de Feira de Santana, com bandos de adolescentes à espera de vez para o Poço, comendo, rindo e tirando fotos.
Aí fomos entrevistados, por um grupo que tinha que fazer um trabalho para inglês. Â falta de nativos, também funcionaram uns portugas a falar inglês. E as perguntas e respostas sobre a importância da língua inglesa no mundo de hoje lá se fez, devidamente gravada e filmada e, no fim, com anotação dos nossos nomes.
Houve foto de fecho de entrevistadores e entrevistados. A miúda, nas escadas do Poço, deu-me um abraço bem saboroso. Devia ter-lhe perguntado o nome.
























