
É aqui que se ergue, numa península estreita, um burgo medieval murado, com torre, igreja, casa senhorial e várias construções em pátios sucessivos. Mais uma vez parecia estar-se numa das histórias de princesas encerradas em torres e de cavaleiros valorosos. Estava uma luz suave de fim de tarde, não havia ninguém. No segundo pátio, um som de pancadas em madeira sobressaltou-me: quem estará preso a pedir libertação? Tratava-se de um operário a martelar o telhado na preparação da época de invasão das hordas de turistas.

21 de Março de 2011
Sem comentários:
Enviar um comentário