No topo do morro está uma grande cruz metálica e aí se conta a história. Inácio era um “negão” bonito e ardiloso, filho de pai de santo, conhecedor de algumas magias, em amores correspondidos com a filha menina do coronel Horácio de Matos. Perseguido pelos jagunços, esconde-se no morro, mas uma fogueira denuncia-o. Prefere não ser preso e, da borda, soltando um grito, salta. Mas havia um recesso escondido por baixo. Como demonstrou um dos guias, saltando também para o vazio. A lenda diz que Inácio pegou a menina, fugiram, e ainda hoje são avistados em Salvador.
Termina-se o passeio a olhar o pôr-do-sol. Logo que o sol se esconde, desce-se rápido pois escurece depressa. Fechou-se a volta à Chapada.


A versão da história do Pai Inácio que ouvi era ligeiramente diferente. Metia a sombrinha da Sinházinha, mas na essência vai dar ao mesmo. Importante mesmo é ter o previlégio de ver as cores ocre rosadas do por do sol nesse sítio único.
ResponderEliminarBom regresso!
(E continuo solitária nos comentários, mas visitantes vai havendo. Quem serão os envergonhados?)